Leonora, 40 anos, nunca foi comida de verdade. Trabalhava em uma empresa de informática como programadora. Tinha medo de viver e adorava dificultar o próprio caminho. Morava no Rio, odiava praia. Adorava bermudinhas, mas não usava porque tinha pernas roliças. Queria dar para o pessoal do trabalho, mas preferia ficar no msn dizendo isso para as amigas. Queria ser legal, mas era muito chata.

Três anos sem sexo foram preenchidos com muito chocolate. Queria resolver aquilo. Tinha que transar, se sentir bonita. Matriculou-se em uma academia. No primeiro dia, fez poça de suor no chão. Tomou banho e foi para o trabalho toda feliz. “Nossa, eu tô toda erotizada hoje”, avisou para a amiga no msn.

Naquele dia, Antônio veio trocar o mouse de Leonora. Enquanto arrumava os fios embolados, um deles esbarrou nos seios da programadora. Foi o suficiente para que seus faróis se acendessem. Começou a imaginar Antônio - que se encontrava agachado embaixo da mesa – abrindo suas pernas, tirando sua calcinha e lambendo sua vagina. Gozou.



Escrito por Phelipe, ou pelo Fábio? às 18h08
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